7 – Filosofia para o pensamento e a ação

Conclusões do Circulo de Visão 7

20 de maio de 2013

Conclusiones del circulo de visión 7

20 de junio de 2013

No círculo de visão 7 aprticiparam pessoas do Uruguai, Equador, Argentin, Peru, Bolívia, México e Brasil. O seguinte resumo apresetna os pontos de convergência das diferentes experiências.

A) Análise do contexto e estado de situação da temática

Todas as experiências surgem como uma reação contra a violencia expressa nas dinamicas sociais.  Se por um lado temos um pasado colonial, por outro o ressignificamos e temamos de diversas formas. Portanto, estamos conscientes da necessidade e urgência em transformar a realidade social apartir da arte, da educação libertadora, da revitalização de nossos conhecimentos espirituais tanto a nível individual como coletivo

Este congresso surge como parte de um contexto em que as organizações de cultura viva se reconhecem, se vinculam e se fortalecem. Se por um lado existe o uma resistência dos grupos culturais no que se refere ao apoio do Estado, por outro, é presente o risco de cooptação. Houve uma revalorização da experiência de cada uma das organizações e nos reconhecemos como madurar para tentar restabelecer uma dinâmica de complementariedade que nos permita a levar a conseguir, através da estrutura de Estado, a cultura viva a todos os setores da sociedade.

Parte do contexto em que estão imersas nossas organizações culturais, o descontentamento com a educação formal, que serviu até o momento como veículo para deformar concepções ancestrais acerca do que é a relação entre os homens com a natureza.

 

B) Estado de situação de nossas experiencias de cultura viva comunitária e principais aportes à temática.

Em todos os países que participaram nesta mesa reconhecem que as organizações, a partir da auto-gestão, conseguiram obter experiencias que desembocaram  em transformações sociais. De acordo com isso, podemos dizer que há experiencias exitosas.

Entre os principais aportes desde a experiencias, encontram-se os seguintes:

1 – Consideramos que a arte é um meio para a transformação social.

2 – É necessário revitalizar e dinfundir práticas criativas para honrar e respeitar nossos ancestrais.

3 – É necessário que, como indivíduos, nos encaminhemos à cura espiritual, como um primeiro passo para poder desmontar as lógicas arraigadas do capitalismo.

C) Principais enfoques ou sentidos.

As diferentes organizações de cultura viva comunitária deram-se conta de que, ainda que haja diferentes matizes, partem da mesma base para abordar suas ações.  Tais enfoques são:

1.- a arte e a educação como meios para a transformação dos paradigmas culturais.

2.-  Ter como elemento principal a convivencia ao interior da organização e com a sociedade em geral baseadas na reciprocidade (ayani), bem como outras práticas ancestrais comunitárias.

3.-  O uso de tecnologías de comunicação para socializar e compartilhar procesos de ressignificação de nossas indentidades.

4.- Estabelecer práticas de viver bem, dado o fato de que nos consideramos como filhos da mãe Terra.

D) Principais propostas e demandas aos Estados.

Como já mencionamos antes, consideramos que o risco de sermos cooptados pelo Estado é presente através da distribuição de recursos. No entanto, percebemos que contamos com a experiência hnecessária para poder estabelecer dinâmicas de complementariedade com órgãos estatais para levar a cabo atividades de cultura viva comunitária a todos os setores da sociedade.

Portanto, seguem as propostas:

1.-  O Estado debe ser um facilitador para as práticas de CVC.

2.- É necessária a criação de leis que protejam e garantizem o respeito dos lugares sagrados ancestrais.

3.- Políticas públicas em temas de saúde e educação desenhadas desde os conhecimetnos e saberes ancestrais.

4.- Fomento ao uso ativo de tecnologías de comunicação como um meio de fortalecimento das redes de CVC latinoamericanas.

 

E) DESAFIOS:

1.- Ativar práticas criativas de amor e cosciencia coletiva de cura e reconciliação entre nós, nossos povo, nossos ancestrais e nossa mãe terra.

2.- Construir uma filosofía de criação coletiva como ação para a libertação de nossas identidades colonizadas.

3.- Conseguir a revitalização de conheciments ancestraispara a construção de novas visões de mundo.

4.- SIstematização de nossos procesos e historias de CVC para continuar transformando nossas realidade.

5.- Conseguir sustentabilidade do Congresso através do proceso de vinculação das organizações.

7.- Aumentar la presença de grupos originarios na consolidação das redes sociais.

 

PROPOSTAS:

1.- Que se institucionalizem os congresos de cultura viva.

2.-Criação de leisn que assegurem o respeito às atividades dos grupos CVC.

3.- Criaçãod e leis que estabeleçam o libre uso de espaços públicos para as atividades de CVC.

4.- Criar um sistema de fiscalização para garantir a transparencia na assignação de orçamentos tal como em seu uso.

5.- Criação de um conselho de ética para a plataforma CVC.

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